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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Cartão de visitas virtual e canal Visão inclusiva




Cartão de visitas virtual


               Faz tempo que não nos vemos, né?
               Esse é o nosso cartão de visitas virtual. 
               Dos 3 blogs.
               Com ele você pode acessar todas as nossas redes sociais e mandar uma mensagem de texto ou de voz pelo whattsapp. Ligações não serão atendidas, mas responderei a todas as mensagens.
               Você pode salvar o pdf em seu computador ou mesmo no whattsapp.
               Fique à vontade para enviar suas dúvidas, comentários e sugestões.
               O único link que só funciona no celular é o de enviar email, que irá direto para o email usado por cada um no celular.
               Os outros links funcionam no computador, notebook, celular e tablet. Assim você pode seguir o blog em todas as redes.
               Sejam sempre bem-vindas(os).

               Aproveito para compartilhar com vocês o canal do Youtube Visão inclusiva.
               Minha prima Elenice sofre de retinose pigmentar e tem se esforçado para informar as pessoas sobre a doença e sobre como tratar as pessoas com necessidades especiais nessa área.
               A retinose pigmentar é ocasionada por alterações genéticas hereditárias. 
               Ela, por exemplo, herdou de seu pai que por sua vez herdou de sua mãe.
               Vou deixar que ela mesma explique e apresente o canal.


               E também quero divulgar um vídeo muito interessante, Bengala verde, que identifica pessoas com baixa visão, diferenciando-as das pessoas cegas.
               Elas também precisam de compreensão e ajuda no seu dia a dia.


               
               Inscrevam-se no canal e divulguem.
               Façamos a nossa corrente do bem.
               Agradecida!



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Doe amor, doe VIDA! Doe medula óssea!
Clique na imagem abaixo e descubra onde:

Hemocentros


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Se queres dar-me uma flor, faze-o agora!

            Recebi este lindo texto, enviado por minha mãe.
            Mas, antes de mostrar o texto recebido, fiz algumas considerações.
            É um texto escrito por uma poetisa chamada Myrtes Mathias. Puxa! Fazia muito tempo que eu não lia um texto escrito por ela. 
            Este texto é um lembrete para que amemos e demonstremos este amor por alguém, enquanto temos este alguém perto de nós. É importantíssimo ter sempre isto em mente.
            Mas, tantas vezes nos cobramos tanto por não estarmos tão presentes na vida dos nossos entes queridos que nos esquecemos que "o amor nos dá asas..." E então, por que não deixarmos o nosso amor voar, trasnpondo as barreiras que nos impedem de estar fisicamente ao lado de quem amamos, consolando-os e alegrando-os?
           Não foram poucas as vezes em que, estando absolutamente sózinha, pude sentir-me amparada, protegida e amada. E nestes momentos tive a certeza de que alguém, movido por seu amor por mim, estava orando por mim.
          Em contrapartida, não foram poucas as vezes em que estive rodeada de pessoas que me amam, mas me senti terrivelmente só. A sensação de ser invisível e sem importancia era algo irreal, para dizer o mínimo. O conflito que se gera neste momento é algo muito difícil de ser vivido.

          Então, ame e libere este amor, pedindo à Deus para que rompa esta barreira que impede a pessoa amada de se sentir amado. Olhe, de verdade, para teu cônjuge, teu pai, tua mãe, teus filhos, teus irmãos. Mas olhe procurando enxergar de verdade, e amar, o outro como ele é, não como você gostaria que ele fosse.
         E libere este amor, com toda a sinceridade e força que só alguém que ama de verdade é capaz!

        Li certa vez:
        " Nossos pés não podem (ou podem não ir) a todos os lugares, mas nossos joelhos vão."

        E agora o texto que recebi. Obrigada, d. Edinha.

                                       Gisele Fiaux

           Agora

       "Se queres me dar uma flor, faze-o antes que eu morra.
       Se podes, hoje, fazer o milagre, de um sorriso num rosto que chora, não coloques flores sobre tumbas;
       Se queres dar-me uma flor, faze-o agora!
       Se podes dar um lar ao orfãozinho, abrigo ao pobre que geme lá fora, não encolhas a mão - Deus está vendo.
       Se podes dar-me uma flor, faze-o agora!
       Se conheces o eterno caminho que leva ao templo onde a alegria mora, não guardes, egoista, o teu segredo.
       Se podes dar-me uma flor, faze-o agora!
       Se podes dizer, em uma frase linda, algo que faça a tristeza ir embora, dize-o enquanto posso agradecer sorrindo.
       Se podes dar-me uma flor, faze-o agora!
       Que farei eu, das orações, das flores, quando do mundo já não mais eu for?
       Aos pés de Deus eu as terei tão lindas que não precisarei do teu amor!
       Não esperes o instante da partida, se queres me fazer feliz, faze-me agora!
       Para que chorar de remorso e de saudades?
       Custa tão pouco a felicidade..."


       É verdade, custa tão pouco a felicidade. Não espere que a quilometragem que te separa de quem você ama, te impeça de liberar o amor que você sente em teu coração. Libere este amor, porque, como onda de radio, este amor vai se propagar pelo ar e vai chegar até quem você ama. E Deus, que é AMOR, providenciará para que as distancias entre vocês seja reduzida ao mínimo.


       E agora, o meu segredo: mesmo estando ao lado de Deus e rodeada das mais belas flores, eu precisarei, sim, do teu amor. Sem você, o meu céu será incompleto, ainda que perfeito!

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sábado, 27 de novembro de 2010

Ilusões do Amanhã - Superação

       

        Houve um tempo em que receber a noticia de que um filho que estava sendo gerado apresentava a síndrome de Down causava um grande desconforto. Muitos pais rejeitavam não só a ideia de ter um filho com esta síndrome, como também rejeitavam a propria criança.
         Não há como  negar que não é fácil, e nem barato, cuidar de uma criança com necessidades especiais, sejam elas quais forem. E também tem o "bullyng" tão temido não só pelas crianças, como também pelos pais. Se esta violencia atinge as crianças ditas "normais", que dira então o que sofrerão as crianças especiais.
        Mas, graças a Deus, a vizão sobre estas crianças ja está mudando. Hoje vemos portadores desta síndrome trabalhando nas mais diferentes areas e se destacando por sua competencia nas areas que escolheram. Fruto, sem dúvida, do amor e do acompanhamento que receberam desde cedo.
       Sem dúvida, o amor tem um poder terapêutico incrível.

       Recebi este texto que transcrevo abaixo por e-mail. Foi mainha quem mandou e foi escrito por um jovem portador da síndrome de Down, que tem 28 anos e idade mental de 15.
      É um texto muito comovente, de um jovem que sofre por causa do preconceito, mas que não perdeu a fé no amor.

      Bom, vamos deixar que o Alexandre Lemos dê o seu recado, né?

                                      Gisele Fiaux

                    Ilusões do Amanhã

'Por que eu vivo procurando um motivo de viver,
Se a vida às vezes parece de mim esquecer?
Procuro em todas, mas todas não são você.
Eu quero apenas viver, se não for para mim que seja pra você.
Mas às vezes você parece me ignorar, sem nem ao menos me olhar,
Me machucando pra valer.
Atrás dos meus sonhos eu vou correr.
Eu vou me achar, pra mais tarde em você me perder.
Se a vida dá presente pra cada um,
o meu, cadê?
Será que esse mundo tem jeito?
Esse mundo cheio de preconceito.
Quando estou só, preso na minha solidão,
Juntando pedaços de mim que caíam ao chão,
Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.
Talvez eu seja um tolo,
Que acredita num sonho.
Na procura de te esquecer,
Eu fiz brotar a flor.
Para carregar junto ao peito,
E crer que esse mundo ainda tem jeito.
E como príncipe sonhador...
Sou um tolo que acredita, ainda, no amor..'

PRÍNCIPE POETA (Alexandre Lemos - APAE)


Nota:
                Peço que divulguem para prestigiá-lo.
                Se uma pessoa que encontra as barreiras que ele encontra acredita tanto no amor, por que a maioria das que se dizem 'normais' procuram, ao contrário, negar sua existência?


                Que Deus nos ensine a olhar além  e através do que está à vista, para que possamos enxergar os diamantes escondidos em pedras (aparentemente) brutas.

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